Mahatma Gandhi
Gandhi, A Ética Inspiradora




O monólogo Gandhi, A Ética Inspiradora foi originalmente concebido em junho de 2003. A apresentação foi tão bem sucedida que o monólogo se mantém até hoje, 15 anos depois, com poucas alterações.

Gandhi anuncia o início de mais um jejum para despertar a consciência dos líderes do Ocidente e do Oriente para que eles inspirem uma conduta ética e contínua. O jejum que ele propõe é que os povos deixem de se alimentar com pensamentos desequilibrados, preconceitos e sentimentos sombrios. Ele convida a platéia a fazer uma longa e sensível reflexão sobre a liderança, a não-violência e introduz princípios ético-filosóficos nas relações humanas, falando sobre liderança, integração, cooperativismo e amor.

Em linguagem simples e direta, ele conta histórias de sua vida pessoal, de sua relação com sua mulher e ao final fala sobre sua trajetória como líder, sobre a importância da conduta única e invoca a fé. Para o Mahatma não havia diferença entre esse ou aquele: TODOS são seres humanos (e espirituais) buscando experiências terrenas para alcançar nova consciência e evoluir com mais rapidez.

A força desse personagem revela o crescente movimento da sociedade pela introdução de princípios ético-filosóficos nas relações humanas.

Gandhi materializa essa nova consciência. Sua liderança nunca se baseou em autoridade ou coação. Acreditava que somente poderia pedir para as pessoas aquilo que ele mesmo pudesse fazer. Sabia que sua liderança viria do exemplo e do serviço. E os resultados simplesmente aconteceram.

O monólogo ganha peso com a consistente interpretação de João Signorelli. O ator convence e emociona. Sua atuação impecável envolve a platéia durante os 45 minutos de apresentação, estabelecendo uma vibrante troca com o expectador.

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