Afoxé






O enfoque se dá na perspectiva histórica e etnográfica, trazendo algumas reflexões sobre a dinâmica das transculturações cultural-musicais que envolvem as comunidades de afrodescendentes na sociedade brasileira, apontando algumas possibilidades de interpretação do fenômeno.

A OFICINA DÁ INÍCIO FALANDO SOBRE O RITMO QUE EMBALA O AFOXÉ DE NOME IJEXA, E SUA ORIGEM NA AFRICA MAIS EXPECIFICAMENTE NA REGIÃO DE Iléṣà – REGIÃO DA NIGÉRIA, IMPORTANTÍSSIMA AO CULTO ANCESTRAL AFRO-BRASILEIRO, E TAMBÉM RITMICAMENTE, PARA NOSSA MUSICA FOLCLÓRICA E POPULAR (exemplos: Gilberto gil: nessa cidade todo mundo é d’oxum.., Caetano veloso: Pra eu me amarrar dinheiro não.., Djavan: Pai e mãe, corro de mina,coração, desejo e sina...)
O ritmo que ficou mundialmente conhecido através do grupo de afoxé FILHOS DE GANDHY.

POSTERIORMENTE APRESENTAREMOS OS INSTRUMENTOS QUE COMPÕE O RITMO

Três instrumentos básicos fazem parte desta grande manifestação:

O AGBÊ OU XEQUERÉ - cabaça coberta por uma rede formada de sementes ou contas, é percutido agitando-se a rede, que fricciona no corpo da cabaça.
OS ATABAQUES - basicamente de três tipos, com três tamanhos diferentes que em conjunto traduzem o som do ijexá.
O AGOGÔ, formado por duas campânulas de metal, com sonoridades diferentes - É quem dita o ritmo aos demais instrumentos.
Apresentadas a etnografia, história e os instrumentos que compõe a manifestação, após breve aquecimento, damos início à apresentação prática das frases expecíficas de cada instrumentos, juntamente do canto, que fala das Histórias de luta política contra o racismo, e também presta homenagem aos Orixás.
Para cada Orixá que se homenageia com o canto, também se faz presente uma dança expecífica, onde os participantes acompanham com passos coreografados, todos juntos, a música, e a história do Orixá que está sendo saudado.


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